
Quem me conhece, nem que só um pouquinho, deve achar muito estranho o fato de eu estar noiva. Logo eu, pragmática, objetiva e prática, como boa capricorniana que sou! Descobri nessa fase que as pessoas me acham muito mais moderna e não-convencional do que eu realmente sou. Muitas foram as pessoas que me disseram: - Nossa, nunca achei que você ia casar assim, na Igreja como manda o figurino.
A resposta não é tão simples. Poderia responder – Nossa, nem eu! Mas estaria sendo mentirosa.
A verdade é que eu sempre pensei em casar. Quando era menina brincava de um joguinho (que agora não lembro o nome) em que a gente tinha que colocar a idade que ia casar, a idade que teria filho, que compraria um Escort XR3. E eu falava que casaria com 25, 23, 27.
Mas depois quando fiquei adolescente e jovem entrei nesta onda de modernidade. Comecei a ficar com os rapazes, a não ligar para eles (com algumas exceções), a dizer que seria moderna, que ia morar junto, NO MÁXIMO. E que NUNCA ia casar. Que coisa mais careta...
Além disso, entrava em questão o fato de eu ter me afastado da Igreja. Me dizia atéia, ex-cristã, todas aquelas ponderações imponderáveis que fazemos quando somos Young teenagers! Imagina, eu gostava do Nirvana e Bob Marley. Isso não combinava com casamento, definitivamente.
Os anos foram passando, as amigas foram casando, o amor aparecendo e de repente aquela vontade que eu tinha aos 9 anos, quando eu casava o Ken com a Barbie, reapareceu. Mas antes dela, claro que tenho que dizer, apareceu o candidato a marido. E foi isso que deixou tudo muito mais gostoso e verdadeiro!
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